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  • Primeira rodada da Copa do Mundo- Rússia 2018

    Por Alexandre Freire, advogado e cronista esportivo.
    21.06.2018 23h49m
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    A rodada inaugural da Copa do Mundo da Rússia trouxe algumas surpresas. As consideradas favoritas pela crônica esportiva amargaram resultados ruins. Á exceção da França, Argentina, Brasil, Espanha e Alemanha não ganharam os seus jogos de estreia.


    A França não foi bem contra a Austrália, mas conseguiu a vitória. O desempenho débil do seu ataque, decorrente do desentrosamento de Dembelé com Mbappé e Griezmann, afetou o rendimento da seleção de Deschamps. O setor de criação francês também merece ser criticado. Tolisso também foi mal na peleja. Matuidi deve ser titular na sequência da competição, para conferir maior solidez na marcação e aumentar a velocidade nos contra-ataques. O centroavante Giroud também foi escalado para explorar o jogo aéreo.

    A Argentina teve enorme dificuldade de furar o bloqueio defensivo da Islândia. Formada por jogadores altos e fortes, a zaga da seleção nórdica é uma fortaleza quase inexpugnável. Além desse obstáculo, a falta de padrão de jogo do time dirigido por Jorge Sampaoli e a apatia de Messi deixaram os torcedores argentinos preocupados. Se o craque do Barcelona não mostrar toda a sua genialidade, os “hermanos” não terão chance alguma de conquistar a taça pela terceira vez.


    A Espanha teve uma ótima atuação, mas não conseguiu superar a seleção de Portugal. Com o tradicional toque de bola e com a criatividade dos seus meio- campistas, os espanhóis deixaram uma impressão positiva. A força psicológica da campeã de 2010 é digna de registro, já que ficou duas vezes em desvantagem no placar e não se abateu. Diego Costa fez dois gols e infernizou a vida dos zagueiros portugueses. O que causou espanto foi o frango sofrido pelo excelente goleiro De Gea. As brechas que o sistema defensivo concedeu a Cristiano Ronaldo e companhia também devem ser objeto da atenção do treinador Fernando Hierro.


    O primeiro jogo do Brasil no torneio foi frustrante para quem se acostumou com as ótimas atuações das Eliminatórias. A ansiedade inerente à estreia pode ter atrapalhado o desempenho dos atletas. O fato que ligou o sinal de alerta foi a queda de rendimento da equipe brasileira após o gol da Suíça. Neymar foi muito mal, porque abusou do individualismo. Marcelo e Gabriel Jesus também não estavam em um dia feliz. Sou admirador do trabalho de Tite, mas penso que ele fez substituições óbvias, que não acrescentaram nada de novo ao panorama da partida. Phillipe Coutinho fez um golaço e foi o melhor em campo.

    Por fim, vale destacar a fraca exibição da Alemanha contra o México. Surpreendentemente, os atuais campeões mundiais foram dominados pelos mexicanos e poderiam ter perdido por mais gols de diferença. Um a zero foi pouco! A rapidez e a objetividade do oponente causaram um verdadeiro alvoroço na defesa germânica. O ataque alemão continua sendo o ponto fraco do time comandado por Joachim Low. Com vinte e dois anos, o centroavante Timo Werner parece não estar pronto para ocupar a vaga que um dia pertenceu a Gerd Müller, Klinsmann e Klose. Thomas Müller também está em péssima fase. A Alemanha terá que melhorar bastante para confirmar o seu favoritismo. O provável duelo contra o Brasil no dia dois de julho promete causar calafrios em muita gente. Não custa lembrar que a partir da próxima fase, quem perder, voltará mais cedo para casa.


    Até a próxima, amigos!

     


     



  • Copa do Mundo - Rússia 2018.

    Por Alexandre Freire, advogado e cronista esportivo.
    21.06.2018 23h48m
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    A Copa do Mundo da Rússia promete fortes emoções para os apaixonados pelo esporte criado pelos ingleses. Como de costume, a maior competição do futebol mundial reunirá grandes seleções e os principais craques da atualidade. À exceção da Itália e da Holanda, que não conseguiram se classificar para o torneio, as potências mais tradicionais do futebol terão a oportunidade de fazer uma campanha vitoriosa. Nesse contexto, considero como grandes favoritas ao título: a Alemanha, a França, o Brasil e a Argentina.


    Penso que os alemães têm amplas possibilidades de repetirem a façanha da Copa realizada no Brasil. Isso porque mantiveram uma boa base, contam com o mesmo técnico, Joachim Low, e fizeram um trabalho eficiente de renovação da equipe. Além disso, a confirmação da presença do excelente goleiro, Neuer, (que por pouco não ficava de fora, por causa de uma grave lesão), o talento e o entrosamento de Tony Kroos, Ozil e cia, podem levá-los à conquista da taça mais uma vez. O ponto fraco da Alemanha é a ausência de bons atacantes e a má fase de Thomas Müller. Marco Reus despontou como uma ótima promessa, mas a contusão que teve no joelho há quatro anos tirou a sua confiança.

    A França tem uma defesa sólida, possui um meio-campo consistente, que equilibra a força com a habilidade, e dispõe de um ataque veloz e habilidoso. O setor ofensivo francês, certamente, fará muitos estragos nas retaguardas adversárias. Afinal de contas, Griezmann e Mbappé são dois atacantes perigosos e terão Paul Pogba municiando-os. A preocupação dos torcedores da campeã de 1998 é que Didier Deschamps ainda não convenceu como um treinador à altura dos atletas que compõem o seu selecionado.

    Depois do vexame que protagonizou em 2014 e do início ruim nas eliminatórias, o Brasil se encontrou depois da chegada de Tite. Ao contrário da Copa passada, agora temos alguém com ideias mais modernas à frente dos nossos jogadores.

    Continuamos dependendo da genialidade de Neymar, mas em uma escala menor do que em 2014, graças ao surgimento de Gabriel Jesus e do amadurecimento de Philippe Coutinho. Marcelo é um craque com a bola nos pés, Alisson se firmou como um arqueiro seguro e Casemiro tem um senso de marcação fantástico. A dúvida é se o desempenho brilhante que o escrete canarinho teve na fase classificatória para o Mundial vai ocorrer quando enfrentarmos seleções mais qualificadas.

    A Argentina vive um momento delicado, tendo em vista que o seu bom goleiro, Romero, foi cortado às vésperas da convocação para a Copa. Para piorar, os “hermanos” têm um sistema defensivo fraco. Pode parecer paradoxal indicar uma seleção com esses problemas como uma das favoritas ao título. Não se lembrarmos de que Messi, um dos maiores gênios de todos os tempos, joga nessa equipe. Talvez essa seja a última oportunidade dele ser campeão do mundo pelo seu país. Esse detalhe importante pode motivá-lo ainda mais para alcançar esse sonho.

    A Espanha deve avançar até as fases decisivas da Copa, mas não acredito que será campeã. Até a última quarta-feira dia 13, eu a apontava como uma das favoritas, já que tem um goleiro extraordinário como De Gea, zagueiros competentes como Sérgio Ramos e Piqué e o craque Iniesta, mas a demissão inesperada do técnico, Julen Lopetegui, deve prejudicar sobremaneira a participação dos espanhóis no certame.
    Encerro a minha análise convidando-os para acompanharem esta coluna nas próximas quatro semanas. Até lá, amigos!
     



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